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Tuesday, 4 October 2011

Voo rasante por Itália - Bolonha

Bolonha foi, também, um ponto de passagem ultra-rápido, com paragem não prevista no programa.
Por isso, dado o limite do tempo concedido, dei uma fugidinha ao centro histórico.
Deixo-vos com uma rápida visita.

Wednesday, 28 September 2011

Voo rasante por Itália - Pádua e Pisa

O grupo fez uma rasante, quer a Pádua, quer a Pisa.
Quase nem deu para sentir os pés nessas cidades. A bem dizer, em Pisa não se sentiram, propriamente.
Foram pontos de passagem para outros destinos que estavam no roteiro programado.
PÁDUA, como não podia deixar de ser, tinha uma atracção histórica marcada connosco: A Basílica de Santo António de Lisboa - perdão, de Santo António de Pádua, "O Santo", que é o padroeiro da cidade (não digo das cidades porque, em Lisboa, reina S. Vicente).
A Basílica é um monumento aos sentidos visuais mas, como em quase todos os monumentos em Itália, o "no photo" é um aviso prévio e um grito permanente nos ouvidos. Aqui, dado pelos homens da segurança e pelos "santo antoninhos" modernos que não param de andar a vigiar os turistas. E são demolidores, na forma como são dados e escutados.
Mas, por Itália, houve locais onde o "no photo" foi substituído pelo "no flash", ou mesmo nenhuma restrição é apontada, haja Deus e Santo António de Lisboa!
Voltando à Basílica de Pádua, um dos pontos de maior afluxo humano é o local onde fica o que resta do que foi mais humano de "O Santo": o seu corpo .
O tempo ter-se-á encarregado de uma parte da sua destruição, mas o canibalismo de órgãos e partes do corpo tê-lo-á precedido, para distribuição de relíquias "urbi et orbi".
Eis como o movimento religioso nascido de Cristo, desde cedo na sua história, cavou fossos de contradições: propaga a vida, mas apela ao sofrimento e incide os seus signos em tudo o que é a morte. A culminar, quem for santo verá o seu corpo ser retalhado - língua, coração, etc, etc, cortados aos pedaços, metidos dentro dos relicários, e espalhados pelas igrejas.
E, como não é no momento do nascimento, mas da morte, que a Igreja coloca a enfâse, eis que um santo nascido em Lisboa, porque morreu em Padova, ali tomou o nome.
O conjunto de fotos que se seguem às de Pádua é relativo "à memória" de PISA, à "cittá de Pisa" que, de facto, não mais são que fotos tiradas na Praça dos Milagres, onde se situam imponentes monumentos religiosos (até um cemitério, muito visitado, mas que, por mim, deixei para visitar quando partir deste mundo), incluindo o monumento mais olhado: a Torre inclinada de Pisa.
Há um local com marcações no asfalto para facilitar a tiragem da posição de foto mais gasta daquela torre (sempre esgotado, pelo que há que escolher outros locais): alguém coloca-se como se estivesse a suportar a inclinação, ou a empurrar a torre para o lado onde se inclina, e o fotógrafo, em ponto estratégico, lá dispara a máquina.
Como podem ver nalgumas fotos, nem todos os fotógrafos conseguem o "efeito visual" pretendido.
Vou agora a correr para o autocarro, digo, avião, a ver se ainda consigo fazer mais visitas.
Até lá.

Sunday, 25 September 2011

Voo rasante por Itália: Verona

Retomando o voo.
A parte da cidade que me viu passar, apresentava-se com alguma notória degradação na manutenção das fachadas dos edifícios, um pouco escura.
 Verona é um dos locais onde se passa a história da peça Romeu e Julieta, escrita por William Shakespeare.
No centro da cidade existe uma vila (palacete) onde, pelo que conta a história, Julieta morava, e que é o grande marco da cidade, que recebe a fama de cidade dos namorados, atraindo centenas de turistas. E, claro, também lá caí, vendo um corropio de almas entrando e saindo da pretensa casa onde se desenrolou o azarado namoro; as réplicas da cama e dos trajes do Romeu e da Julieta, e uma estátua de Shakespeare, afinal merecida, pois é o responsável pela romaria permanente de turistas que, a troco de uma qualquer sorte prometida, se atropelam a passar as mãos pelo peito direito da estátua de Julieta, já bastante polido de tanto teimoso esfreganço.
Vamos a algumas vistas.

Sunday, 17 July 2011

Voo rasante por Itália: LAGO DI GARDA


Em tempo de férias, nada melhor do que passear.
Vamos continuar o voo pela Itália, hoje pelo Lago di Garda, o maior lago da Itália. A viagem inicia-se em Sirmioni, na província de Bréscia, e termina em Peschiera del Garda, com passagem pelos portos de Garda, Bardolino, Lazise e Cizano, todas na província de Verona, com vista geral dessas cidades a partir do lago, que atravessámos sem tocar nas margens da província de Trento, a outra província que também é banhada pelo lago.
As vistas são simplesmente fascinantes. No entanto, as fotos não conseguem passar essa força hipnótica, quer pela (falta de) técnica do fotógrafo de serviço, quer porque, apesar do calor intenso que se fazia sentir, o sol só excepcionalmente se ter apresentado, ausência que aumentou a presença de neblina no ar.
O álbum poderá demorar mais tempo do que o habitual para carregar, pois tem muitas fotos (73). Como é minha norma, apresento as fotos sem demasiada preocupação com aspectos estéticos e de arte fotográfica. O meu objectivo aqui é o de mostrar "olhares citadinos".
Boa viagem e até à próxima.

Friday, 15 July 2011

Voo rasante por Itália: MILÃO

Fiz a aterragem de chegada em Milão e, dez dias depois, estava a levantar voo de regresso em Roma.
Convido-vos a virem comigo piscar os olhos a alguns pontos onde pousei o meu olhar.
Comecemos por Milão e, assim que puder, virei com voos rasantes por outras paragens.
Não se esqueçam de, ao iniciar, seleccionar a função "show info", na parte superior direita.
E tenham um bom fim de semana e boas férias (aproveitem-nas, que podemos entrar em crise e aparecer uma tesoura a cortar 50% das vossas férias. Tudo a Bem da Nação, claro está).

Monday, 11 July 2011

Mascarando a cidade. Italy - Verona



A caça às moedas também dá para usar e pôr máscaras.

Aqui, bem junto ao palácio dos Capuleto, onde pretensamente ardeu um amor sem fim entre Romeu e Julieta.

Estamos, portanto, em Verona e não em Veneza.

Nem por isso, os trajes e as máscaras venezianas deixam de dar cor à rua.

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Thursday, 7 July 2011

Bike me? Italy - Milan




Bike Mi



O meio de transporte em duas rodas está em cada canto de Milão, especialmente nas áreas históricas.

Entre todos, saltaram-me aos olhos estas pérolas.

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Wednesday, 6 July 2011

Gondolando. Italy - Venice


Pachorrentamente, lá vão percorrendo os canais.
Nos mais largos, sem notórias preocupações com o trânsito. Nos mais estreitos, com pontos de engarrafamento a pedir mestria aos homens do leme, que a têm, pressente-se, desde que nasceram, mas que ainda assim nos causa alguma incerteza no avanço, nem tanto pelo bem que saberia um mergulho a amolecer o tórrido calor que se faz sentir. E é nestes canais que entoam e ecoam - por entre velhos e altos edifícios, mergulhados mais do que seria desejável, e sempre mais a cada ano que passa, numa água que nenhum ser vivo deve querer provar ou sequer entrar - cantos que alguns dos gondoleiros também se ajeitam a remar.
Chegada a viagem ao fim, conclui-se que não foi nada pachorrenta.

Tuesday, 5 July 2011

A crise anda por aí. Italy - Venice

Assim que se sentem apertos nos bolsos e cintos, aparecem, de imediato, as máximas ao chamamento das velhas medidas internacionais da economia, sob a forma de grito:

"fechem as fronteiras, consumam só o que é nacional!"

E se é verdade que por cá andam sons desses no ar, imaginem onde fui encontrar réplicas?

Isso mesmo, onde já se estará a sentir a terra a faltar por debaixo dos pés. Neste caso em concreto, em Veneza.

Em conclusão, só é bom fechar as fronteiras quando estamos anémicos, ou em vias disso.

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